sexta-feira, 27 de março de 2015

Forte da Capoeira em Salvador sedia circuito de arte e educação em abril

Oficinas gratuitas serão realizadas durante todo o mês de abril (Foto: Divulgação)
O Forte da Capoeira, no Santo Antônio Além do Carmo, no centro histórico de Salvador, sediará durante todo o mês de abril o circuito de arte e educação patrimonial Para-Raios. O espaço vai ser ocupado por danças tradicionais, pipas, bolas de gude, brincadeiras e instrumentos musicais tipicamente brasileiros, além de abrigar oficinas, visitas guiadas e sessões de contação de histórias, entre outras atividades.

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Fonte: G1

sexta-feira, 20 de março de 2015

Coleção com 100 imagens de Lampião lançada em São Paulo

As histórias do cangaço e dos cangaceiros povoam a memória do brasileiros. Narrados em lendas, canções populares e cordéis, seus feitos passaram a fazer parte de nossa cultura. O fenômeno, que remonta ao século 18, se tornou mais conhecido e comentado no momento em que os meios de comunicação passaram a divulgar os feitos de Lampião, Maria Bonita, Corisco e tantos outros. Mais do que todos, Virgulino Ferreira, o Lampião (1898-1938), fez uso desses meios, em especial da fotografia, para popularizar o movimento - levando-o para as páginas dos jornais -, e também apresentar os seus seguidores.

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Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 13 de março de 2015

Briga por Moqueca

MARIA DOZE HOMEM E ANGÉLICA ENDIABRADA

Uma era calada, cara que não se abria pra qualquer um, jeito duro de andar e gesticular. A outra faladeira, sempre metida em algum bate-boca por causa de galinha de vizinho ou fofoca de vida alheia. Bastava começar uma discussão ou uma briga e pronto… parace que o diabo tomava conta dela!

Com Maria Doze Homem ninguém bulia não… todo mundo respeitava e ate temia. Aquela cara amarrada e aquele jeito esquisito, metia medo em qualquer que fosse. Mesmo os valentões do pedaço, nem pensavam em ousadia pros lado dela. Mas a Angélica, ah… essa era esculhambada… vivia contando piada e gargalhando pela rua. Do que vivia, ninguém sabe não, mas o seu quartinho lá no Taboão, era um entra e sai de homem de todo o tipo: marinheiro, estivador, beberão, e até doutor.

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Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 6 de março de 2015

Professor escreve livro sobre prática da capoeira na Europa

Obra foi publicada pela editora francesa L’Harmattan - Tuane Eggers
O coordenador da área de Humanidades da Univates, professor doutor Daniel Granada, teve publicado, por meio da editora francesa L’Harmattan, o livro de sua autoria intitulado “A prática da capoeira na França e no Reino Unido”. A obra apresenta os resultados de sua tese de doutorado, realizada sob supervisão conjunta entre duas universidades – University of Essex (Reino Unido) e Université de Paris Ouest Nanterre La Défense (França) – e conta com prefácio redigido pelos dois orientadores, Stefania Capone (EHESS) e Matthias Assunção (University of Essex).

De acordo com o professor, o objetivo do livro é fornecer um panorama de fenômenos menos evidentes dentro do processo de globalização. “Quando falamos em globalização, pensamos quase diretamente em uma americanização da sociedade em nível global, entretanto, o livro demonstra que existem relações bem mais complexas dentro do mundo globalizado”, explica.

A obra é construída por meio de relatos dos praticantes de capoeira em duas metrópoles europeias, Paris e Londres, e mostra como o fenômeno de expansão da prática da capoeira não está mais exclusivamente ligado à imigração de brasileiros, mas repousa, cada vez mais, sobre a apropriação da prática por agentes locais.

O livro pode ser adquirido pelo site da editora: www.editions-harmattan.fr.


Saiba mais sobre a obra

A capoeira foi classificada como patrimônio mundial pela Unesco no ano de 2014. Enquanto prática associada ao legado dos afrodescendentes no Brasil, ela reflete a mistura de povos e de culturas de nosso país. A capoeira está em plena expansão no século XXI, sendo praticada em muitos países. Em grandes cidades como Paris e Londres, ela continua a escrever a sua história, adaptando-se e se impondo a um número cada vez maior de praticantes.

Por meio de pesquisa etnográfica realizada com diferentes grupos de capoeira, o autor destaca relações de poder que organizam este mercado. O estudo mostra que as novas identidades construídas dentro destes grupos não têm como referência central o mundo do trabalho ou do Estado-nação, mas sim, novas formas de sociabilidade, com uma identificação ligada a um estilo de vida reivindicado como “alternativo” pelos seus praticantes.

Texto: Tuane Eggers

Fonte: UNIVATES
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