sexta-feira, 12 de junho de 2015

A Origem e Prevenção da Violência na Capoeira

O estilo da capoeira depende principalmente, pela própria natureza deste jogo, do toque do berimbau, dos cânticos, do coro e do acompanhamento de palmas pela assistência, além do estado de espírito dos parceiros na roda.
No estado atual de evolução da regional o ritmo acelerado, o calor das palmas e do coro, obrigam os parceiros a um jogo extremamente rápido que não permite sequer o gingado correto, dificulta o golpe de vista, impede a execução do movimentos com segurança e a visualização do objetivo do ataque, não permitindo sequer as esquivas e defesas seguras.
A preocupação em "soltar os golpes" em detrimento das esquivas, do gingado e da sincronia com toque do berimbau vem deturpando os fundamentos do jogo de capoeira e gerando um estilo violento e potencialmente muito perigoso para os seus praticantes.
Além dos acidentes de maior ou menor gravidade durante a prática da regional, hoje infelizmente tão freqüentes, encontramos algumas falhas de caráter técnico associadas que tentaremos enumerar e discutir.

Leiam o restante da postagem na fonte abaixo...

Fonte: Capoeira da Bahia

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saiba por que Capoeiras como Zé Maria eram perseguidos

Associada à baderna, à violência e à vadiagem, a prática da capoeira desafiava claramente as regras da ordem pública.
De 1890 até o início da década de 30, o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a praticasse.

Misto de luta e dança, a capoeira, hoje, é tão difundida no Brasil – até as crianças podem aprendê-la na escola – que é difícil imaginá-la como algo proibido ou criminoso. Mas por mais de quarenta anos – de 1890 até o início da década de trinta – o Código Penal Brasileiro criminalizou a capoeira, punindo com rigor quem a praticasse. O ano de 1904, no Rio de Janeiro, foi de intensa repressão e muitos praticantes foram deportados para outras regiões do país.

Introduzida no Brasil pelo negros africanos, a capoeira expressava rebeldia e resistência à escravidão. Nas fugas, era praticada como forma de ataque ou defesa.

No período específico da novela, a capoeira continuava a ser uma forma de resistência. Não mais à escravidão – que já não existia – mas a uma sociedade preconceituosa que excluía o negro ex-escravo da vida social e econômica do país. (assista ao lado cena em que Zé Maria e Caniço jogam capoeira e defendem sua prática)

Sozinhos ou organizados em bandos (as chamadas maltas), os capoeiras utilizavam-se de um conjunto de recursos físicos para agredir e ferir as pessoas, muitas vezes com uma navalha. Em festas e eventos públicos envolviam-se em confusão com as maltas rivais.

Nas ruas, os capoeiras participavam de apostas e desafios, nos quais sempre ganhavam algum dinheiro. Mas a habilidade na luta corporal, a destreza e a rapidez com que praticavam a violência qualificavam-nos para um serviço ainda mais específico: desorganizar comícios em função dos interesses eleitorais daqueles que os empregavam e protegiam. Ironicamente, acabavam servindo aos grupos dominantes que os excluíam.

Associada à baderna, à violência e à vadiagem, a prática da capoeira desafiava claramente as regras da ordem pública. Foi preciso criminalizá-la para poder contê-la. Apesar da repressão e da criminalização, a capoeira sobreviveu ao tempo, mantendo viva a cultura negra.

por Rosane Bardanachvili- Historiadora
Fonte: Olá Serra Gaúcha

sexta-feira, 29 de maio de 2015

As Afirmações Contraditórias dos Alunos de Mestre Bimba

Todos estão certos!
Todos estão errados!

As palavras de Bimba devem sempre serem analisadas dentro do contexto, com seus componentes temporal (do momento), social (as pessoas envolvidas) e pessoais de Bimba (humor, antipatia, dissimulação, engodo, etc.).

Os conceitos, definições e nomenclatura usados pelo Mestre variaram muito no tempo e no espaço.

Para entender Bimba é indispensável a convivência com os acontecimentos, se possível, além de estudar e situar o fato no ambiente do momento em que ocorreu, raciocinar e então concluir…

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Fonte: Capoeira da Bahia

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A Revolução de 2 de Julho de 1823

Às margens do Ipiranga nada. Foi no Recôncavo que o Brasil se libertou.

Se não fosse pela Bahia, a independência do Brasil não teria ocorrido. Duvida?

Em 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro lançava para a História o seu famoso mote, apenas um pedaço do país podia se considerar de fato livre. “Independência ou morte” ainda era a sangrenta aspiração de várias outras províncias. As batalhas tomaram conta da Bahia em fevereiro daquele ano, e só terminariam em 2 de julho de 1823.

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Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 15 de maio de 2015

HQ: A Balada de Noivo da Vida e Veneno da Madrugada

As aventuras, viagens e amores de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada, capoeiristas e viajantes, heróis imbatíveis de corpo fechado em pleno século XX, tais como foram contadas por Toninho Ventania.

Para ler esta interessante HQ, acessar a fonte abaixo...

Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Músicas de Capoeira


O editor do Portal Capoeira, Luciano Milani, depois de uma pesquisa que fez na internet, buscando músicas sobre Capoeira, conseguiu agrupar + de 100 músicas sobre o tema! Este documento esta disponível para download no site Portal Capoeira na seção de Donwloads. Se quiser ter sua música publicada na nossa rádio do Portal Capoeira, entre em contato através do seguinte endereço: mail@portalcapoeiras.com

O documento contendo as músicas está na fonte abaixo...

Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Vereador pede contratação de mestres de capoeira sem curso de Educação Física

O vereador Elmar Goulart (SD) reiterou em requerimento enviado ao prefeito Paulo Piau (PMDB) solicitação de cumprimento dos artigos 21 e 22, da Lei Federal nº 12.288 (Estatuto da Igualdade Racial). De acordo com o dispositivo legal, “o poder público fomentará o pleno de acesso da população negra às práticas desportivas, consolidando o esporte e o lazer como direitos sociais. A capoeira é reconhecida como desporto de criação nacional, nos termos do art. 217 da Constituição Federal”.

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Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Instrutor de capoeira não precisa ser profissional de Educação Física

Por entender que a Lei 9.696/98 — que regulamenta a profissão de Educação Física e cria os respectivos conselhos profissionais — não alcança os instrutores de capoeira, a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região manteve sentença que assegurou a um instrutor de capoeira o direito de exercer sua atividade independentemente de matrícula em curso de nivelamento.

O Conselho Regional de Educação Física do Estado de São Paulo (CREF4) alegava que a atividade em questão compreende as atividades próprias do profissional de educação física, com base no artigo 3º da Lei 9.696/98, e que qualquer treinamento na área de desporto deve ser ministrado por este profissional.

Afirmou ainda que a Resolução 07/2004 do Conselho Nacional de Educação dispõe que luta e artes marciais compreendem atividades próprias do profissional de educação física, e que, nos termos da Resolução CONFEF 45/02, há necessidade de frequência pelo impetrante a curso de Introdução à Educação Física e Caracterização da Profissão para o exercício profissional.

A desembargadora federal Alda Basto, relatora do acórdão, declarou que a Lei 9.696/98 não alcança os instrutores de capoeira, cuja orientação tem por base a transferência de conhecimento tático e técnico da referida luta e cuja atividade não possui relação com a preparação física do atleta profissional ou amador, como tampouco exige que eles sejam inscritos no Conselho Regional de Educação Física.

“Dessa forma, qualquer ato infralegal no sentido de exigir a frequência a curso de nivelamento como condição para obter registro no indigitado Conselho Profissional para poder exercer sua atividade profissional padece de ilegalidade”, afirmou a desembargadora.

Ela citou ainda precedente do Superior Tribunal de Justiça que diz: “Quanto aos artigos 1º e 3º da Lei 9.696/1998, não se verificam as alegadas violações, porquanto não há neles comando normativo que obrigue a inscrição dos professores e mestres de danças, ioga e artes marciais (karatê, judô, tae-kwon-do, kickboxing, jiu-jitsu, capoeira) nos Conselhos de Educação Física, porquanto, à luz do que dispõe o artigo 3º da Lei 9.696/1998, essas atividades não são caracterizadas como próprias dos profissionais de educação física”. (STJ - REsp 1012692/RS). Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-3.

0002157-07.2003.4.03.6115/SP

Fonte: Portal Capoeira
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