sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Capoeira Arte ou Luta?

Se toda luta é uma arte marcial, podemos afirmar que sim, a capoeira é uma luta, com componentes artísticos e lúdicos que a compõem com estruturas tão dinâmicas e versáteis, que vai do trabalho físico, ao comportamental e emocional, atingindo a sua máxima com a peculiaridade de trabalhar a psicomotricidade com a musicalidade e instrumentalização, proporcionando um aproveitamento global do individuo.

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Fonte: Portal Capoeira

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Instrutor de Capoeira não precisa ser Profissional de Educação Física

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) manteve decisão da 22ª Vara Federal que assegurou a um instrutor de capoeira o direito de exercer sua atividade independentemente de matrícula em curso de nivelamento.
O Conselho Regional de Educação Física do Estado de São Paulo (CREF4) alegava que a atividade em questão compreende as atividades próprias do profissional de educação física, com base no artigo 3º da Lei nº 9.696/98, e que qualquer treinamento na área de desporto deve ser ministrado por este profissional.
Afirmou ainda que a Resolução nº 07/2004 do Conselho Nacional de Educação dispõe que luta e artes marciais compreendem atividades próprias do profissional de educação física, e que, nos termos da Resolução CONFEF Nº 45/02, há necessidade de frequência pelo impetrante a curso de Introdução à Educação Física e Caracterização da Profissão para o exercício profissional.
A desembargadora federal Alda Basto, relatora do acórdão, declarou que a Lei nº 9.696/98 não alcança os instrutores de capoeira, cuja orientação tem por base a transferência de conhecimento tático e técnico da referida luta e cuja atividade não possui relação com a preparação física do atleta profissional ou amador, como tampouco exige que eles sejam inscritos no Conselho Regional de Educação Física.
“Dessa forma, qualquer ato infralegal no sentido de exigir a frequência a curso de nivelamento como condição para obter registro no indigitado Conselho Profissional para poder exercer sua atividade profissional padece de ilegalidade”, afirmou a desembargadora.
Ela citou ainda precedentes dos tribunais superiores: “Quanto aos artigos 1º e 3º da Lei nº 9.696/1998, não se verificam as alegadas violações, porquanto não há neles comando normativo que obrigue a inscrição dos professores e mestres de danças, ioga e artes marciais (karatê, judô, tae-kwon-do, kickboxing, jiu-jitsu, capoeira etc) nos Conselhos de Educação Física, porquanto, à luz do que dispõe o art. 3º da Lei n. 9.696/1998, essas atividades não são caracterizadas como próprias dos profissionais de educação física”. (STJ – Resp 1012692/RS).
A desembargadora federal também explicou que o próprio TRF3 já havia decidido caso semelhante: “Os artigos iniciais da Lei nº 9.696/98 preveem quais são as atividades em que persiste a obrigatoriedade de inscrição junto ao Conselho. Equivocado o entendimento no sentido de que todas as atividades que envolvam exercícios práticos corporais devam ser fiscalizadas pelo CREF. Os denominados cursos livres, ou seja, aqueles não submetidos às dizeres da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394/96), estão fora do âmbito de atuação privativa do profissional de educação física.”. (TRF3 – AC 200961000150920)

Matéria publicada pelo site Âmbito Jurídico

Fonte: Portal da Educação Física

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Nota de Falecimento: Mestre Gildo Alfinete

Gildo Lemos Couto (Mestre Gildo Alfinete), nascido no bairro de Tororó, em Salvador, iniciou-se na capoeira aos 18 anos com Mestre Pastinha, na Joana Angélica, e passou a treinar com o mesmo no Pelourinho. Participou de diversas viagens com o Mestre Pastinha: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e no Festival Mundial de Artes Negras (Dakar Senegal). Participou da refundação da ABCA na década de 1990 e foi um dos grandes responsáveis pela cessão da sede que a Associação ocupa hoje.

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Fonte: Coletivo Capoeira

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Livro: Quissama - O Império dos Capoeiras

Rio de Janeiro, dezembro de 1868.
O moleque Vitorino Quissama foge da senzala para procurar a mãe desaparecida. Recorre ao viajante Daniel Woodruff, ex‑agente da Scotland Yard que pode ajudá‑lo em sua missão. Transitando entre os salões da corte e as precárias moradias dos cortiços, a dupla terá de enfrentar os perigos e as injustiças de uma sociedade sustentada pelo trabalho escravo.
Baseado nos manuscritos de Daniel Woodruff (1832-1910), O Império dos Capoeiras reconstitui a saga de uma cidade dividida pela guerra secreta dos Nagoas e Guaiamuns, duas das maiores e mais temidas maltas do século XIX. Numa época em que o escritor José de Alencar era Ministro da Justiça e o Império do Brasil destinava todos os seus recursos à Guerra do Paraguai, Woodruff mal podia imaginar que, por trás da busca pessoal de Vitorino, insinuava‑se uma conspiração que mudaria os rumos da nossa História.

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Fonte: Editora Biruta

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Capoeira é tema de reportagem especial da Rádio Senado

O que é a capoeira? Uma luta? Uma dança? Um esporte? Ou quem sabe seja uma brincadeira. Talvez a capoeira seja um pouco de tudo isso. O que podemos afirmar é que a capoeira é uma forma de resistência, uma forma de expressão cultural. É, acima de tudo, história brasileira.

A Capoeira consegue unir dois aspectos importantes para a construção da cidadania: a formação cultural e a socialização.

São esses aspectos que vão ser apresentados na Reportagem Especial “Capoeira: Cultura e Ação Social”. Você vai acompanhar entrevistas com mestres de Capoeira, professores da educação básica e dos centros de ensino especial do Distrito Federal, crianças e pais, todos mostrando a importância da Capoeira na formação da cidadania.

Leiam o restante da postagem e procurem o restante da reportagem no link abaixo...

Fonte: Portal Capoeira
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